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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mais uma posta de pescada

Aqui vai mais um excerto do que ando praqui a escrever, só mesmo para dar um pouco de vida a este blog.


(...) Foram tempos difíceis para o mundo. Como se não bastasse a crise económica que o planeta atravessava, entre 2010 e 2015, uma série de catástrofes naturais afectou o mundo. No caso dos Estados Unidos, os ventos mais ferozes que alguma vez há registo arrasaram com Los Angeles. LA encontra-se numa região onde este tipo de eventos tropicais é raríssimo, no entanto, três enormes ciclones denominados (sarcasticamente) Huey, Dewey, and Louie - os três sobrinhos do Pato Donald – destruiram a cidade no espaço de dois dias. O primeiro – Huey – foi o maior. A zona oeste de LA ficou completamente dizimada. Malibu, Santa Monica, Hollywood, Beverly Hills... destruídas. Os sobreviventes mal reconheceram a cidade no fim do ataque tropical. O mundo assistiu incrédulo às ruínas do local que antes havia abrigado ricos e famosos. O centro da riqueza e luxúria estava agora desfeito. Mortes e mortes. Gente famosa e não famosa. Rica e pobre... no meio de um cenário dantesco. Isto foi o dia um. Se o furacão Huey foi uma surpresa, os seus “irmãos” também não eram esperados pelos lados de LA. À última decidiram aparecer também na festa, e, na manhã do dia seguinte à destruíção da zona rica de Los Angeles, a zona mais pobre também sofreu danos inimagináveis. Na zona este, a destruíção foi ainda maior, e as perdas de vidas também, em muito maior número do que no dia anterior. (...)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Uma casa na praia

Milhões e milhões e biliões e triliões de grãos de areia. Uns assentes no chão, outros a voar. Um sol esplendoroso. Aquele vento quente de verão a bater no seu cabelo liso, recentemente desfrisado. O grasnar das gaivotas que apanhavam o peixe num mar que se estendia pelo campo de visão para os lados e em frente até se fundir na perfeição com o céu azul na linha do horizonte ouvia-se pela praia toda tornava apenas mais mágico aquele cenário paradisíaco. Ela virava a cara para a esquerda: mais praia, mais água límpida e cristalina. À direita… parecia estar a olhar para um espelho, não fosse a ausência da sua imagem no outro lado mostrar-lhe que aquilo era real. Mais água, mais areia de perder de vista. Observar aquele cenário no final do dia era das coisas que ela mais gostava de fazer.

(...)